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A origem dos cães é tão antiga que precisávamos de um professor de história para a abordar… Há quem diga que a domesticação dos cães não teve origem na Europa. E nós acreditamos. O continente asiático tem as raças mais antigas de que há memória, mas é no velho continente que existem mais raças de cães, pelo menos tendo em conta a sua origem.
A Alemanha, a França e a Inglaterra são os países com maior número. Mas, Portugal não fica mal representado nesta lista. Conta com uma mão cheia de raças de origem nacional.
Muitas raças europeias foram originalmente utilizadas para a caça. O Basset Hound, o Poodle e o Golden Retriever são alguns exemplos antigos e bastante reconhecidos nos tempos atuais.
Outra atividade que potenciou o desenvolvimento de raças na Europa foi o trabalho agrícola com a necessidade dos cães protegerem rebanhos de ovelhas ou manadas de gado. Além da proteção que alguns cães de grande porte dão nas propriedades. O Pastor inglês (Old English Sheepdog), o escocês Pastor-de-shetland (Shetland Sheepdogs) ou o francês Pastor-de-beauce (Beauceron) foram e são excelentes exemplos de cães de trabalho com origem europeia.
Também de raças de companhia está a Europa repleta. Spaniel anão, Spitz alemão, Yorkshire Terrier, Bichon frisé ou Griffon de Bruxelas são alguns exemplos…
São muitas as raças reconhecidas no continente europeu, por isso deixamos aqui algumas sem qualquer ordem ou relevância pessoal.
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